Quem Somos

Temos como objetivo promover, congregar, incentivar e explorar eventos e atividades relacionadas a orquídeoa e plantas ornamentais em geral, proporcionando maior aliança com estabelecimentos tais como orquidários, floriculturas, profissionais autônomoa e demais pessoas interessadas, e difundir entre todos um espírito de cooperação e interesse pelas plantas.

Nosso intuito é dar apoio a projetos e atividades relacionadas às orquídeoas e plantas ornamentais.

Nossa História

Na década de 40, quando foi fundada a Sociedade Orquidófila de Juiz de Fora (SOJF), que exerceu papel fundamental na orquidofilia nacional, foram realizadas dezenas de exposições anuais, que reuniram um número expressivo de orquidófilos nacionais e estrangeiros o que levou a cidade a se projetar no meio científico-cultural do Brasil.

Movidos pela paixão, pelo espírito de preservação e pelo desejo imenso de resgatar a história da orquidofilia em Juiz de Fora, um grupo de colecionadores, em 1997, criou o Círculo Orquidófilo de Juiz de Fora, que, hoje, congrega dezenas de orquidófilos que acompanha o movimento da orquidofilia nacional, participa de exposições e encontros em outras cidades, visita orquidários e está filiado a outras instituições. Com isso, certamente, Juiz de Fora estará novamente entre as muitas que se destacam no movimento orquidófilo.

O Círculo é uma sociedade ativa, realiza duas reuniões mensais sendo que uma delas com o objetivo prático. O objetivo próximo do Círculo é formar um grupo de palestrantes para levar às escolas juiz-foranas e vizinhas cursos sobre cultivos de orquídeas e outras preciosas plantas, intentando desenvolver em toda a comunidade o amor e o respeito pela natureza. Espera com isso, poder alertar o povo para o maior problema da terra que é a sua extinção e mostrar que, sem plantas, a mudança do ecossistema será tão drástica, que poderá culminar no desaparecimento do próprio homem.

Tem ainda o Círculo como objetivos, resgatar a história da antiga Sociedade Orquidófila de Juiz de Fora; colocar Juiz de Fora novamente no circuito orquidófilo nacional de exposições anuais; despertar na comunidade o espírito de preservação das orquídeas, seu cultivo, bem como mostrar o habitat em que se desenvolvem; enriquecer a orquidofilia local com novas pesquisas cientificas e técnicas de cultivo; promover o turismo científico, cultural e ecológico em Juiz de Fora; realizar anualmente uma exposição de âmbito nacional.

Próximos Eventos

  • Local: Colégio dos Jesuítas
  • Av. Presidente Itamar Franco, 1600, Juiz de Fora (MG)


  • Dia 02: sexta-feita

  • 13h: recebimento das plantas
  • 14h: início do julgamento
  • 20h: abertura oficial


  • Dia 03: sábado

  • 08h às 21h: visitação pública
  • 15h: palestra sobre o cultivo de orquídeas


  • Dia 04: domingo

  • 08 às 16h: visitação pública
  • 10h: palestra sobre o cultivo de orquídeas
  • 15h: premiação
  • 16h: encerramento
  • VENDAS ATÉ ÀS 17h


  • Contatos:

  • Alcino: 3212-3968 / 98858-0800
  • Heloisa: 3234-1147 / 99937-1147
  • Raimundo: 3218-8225 / 98404-6520
  • Regina: 3231-1542 / 99938-4579
  • Osmar: 3234-1187 / 98836-5998
  • César: 3215-7918
  • Dúvidas Freqüentes

    A etiquetagem é muito importante, uma planta sem nome e sem etiqueta é quase que ser perdido em nosso orquidário. Juntamente com o nome poderá ser escrito o nº da planta, esse nº indica a ficha contendo o histórico mais detalhado da planta. No verso da etiqueta poderá ser escrito a data de aquisição e onde foi comprada tal planta.

    Poderá ser utilizado ainda etiquetas coloridas indicando a estação do ano de floração de cada planta. Como por exemplo, etiqueta amarela para o verão, verde para primavera, cinza para o outono e branca para o inverno.

    Esse método auxilia muito na hora da adubação, pois ele indica qual tipo de adubo deverá ser usado para cada fase da planta, ou seja, plantas de etiquetas amarelas indicam que a floração é no verão, por isso, já na primavera podemos aplicar um fertilizante rico em fósforo.
    Mudas adquiridas em frasco provenientes de laboratório requerem um maior cuidado na hora de fazer o transplante, são plantas muito sensíveis e qualquer descuido pode causar perda total. Uma forma simples e eficiente de obter um bom resultado será demonstrado abaixo, conforme ensinamentos do nosso Presidente César Cherem. Todas as fotos são de autoria da associada Sandra, com exceção das fotos do plantio em cascas.

    Preparo do material:

    Para o plantio a seguir demonstrado foi utilizado como substrato um misto de fibra de xaxim com sphagnum.

    Para que o xaxim não fique muito duro e difícil de manusear é aconselhável que o mesmo seja picado com a ajuda de um facão e em seguida misture-o com sphagnum.

    Adquirira frascos de laboratórios credenciados e pelo menos uma semana antes de serem transplantadas as plantas, os frascos deverão ser colocados no ambiente de cultivo a fim de que as mudas se adaptem ao clima do orquidário. O melhor meio de saber qual a hora de retirar as mudas dos frascos é olhar no fundo do frasco, note na figura al lado que as raízes já estão bastante desenvolvidas

    A seguir coloque o frasco debaixo da torneira, primeiro por fora e depois por dentro. É importante que a água seja isenta de cloro.

    Retire as mudas e lave-as em água corrente para que não fique nenhum resido do meio de cultura nas raízes. É muito importante lavá-las bem, caso contrário poderá haver fermentação por meio de bactérias e conseqüentemente levar todas as plantas a morte.

    O Plantio:

    Em um vaso de barro coloque pelo 80% de brita, depois complete com o substrato, exerça uma pequena pressão com o intuito de compactar um pouco o substrato.

    Em seguida coloque o substrato em um balde com água para melhor manuseá-lo e em seguida faça uma carreira na borda do vaso em pelo menos metade do mesmo.

    Pegue as mudinhas uma a uma e vá colocando-as encostada na carreira.

    Nesse caso não precisa fazer pressão, é só encostar as mudinhas, depois ao colocar outra carreira de substrato ele vão se firmar.

    Depois de completar a carreira, faça uma nova fileira de substrato e coloque junto as mudinhas deixando-as em pé.

    Repita esse processo até completar todo o vaso. Depois pulverize levemente e coloque o vaso em local mais sombreado.

    Plantio em Casca ou Toco:

    Se preferir plantar diretamente na casca ou toquinho, é bem mais simples, basta envolver as raízes com um pouco de substrato e amarra-la com meia-fina.

    Obs.: à O maior cuidado com seedlings recém plantados é quanto a rega, pois não podem ficar secos por muito tempo, porém não podem ficar encharcados, isso causaria apodrecimento e certamente levaria-os a morte;
    à Os seedlings plantados na casca têm que receber um pouco mais de água, em dias muito quentes até mesmo mais de uma vez ;
    à A melhor maneira de regar os seedlings é por meio de pulverização, existem pulverizadores de diversos tamanhos no mercado, o que facilita bastante, pois junto com a rega você já pode adicionar o fertilizante;
    à Quanto a adubação pode-se usar um adubo foliar rico em nitrogênio, por exemplo, Peters 30-10-10 diariamente, na dosagem de 1g para cada 5 litros; à Não é aconselhável usar adubo orgânico nessa fase;
    à Os seedlings para se desenvolverem bem precisam de uma lugar um pouco mais quente bem sombreado e têm que estar protegidos contra chuvas;

    Primeiramente é preciso ter um pouco de noção das características da orquídeas que vai ser replantada, como por exemplo, o tipo de vaso, de substrato, forma de crescimento, simpodial ou monopodial, mas de quaisquer que seja a maneira usada no replantio existem normas de caráter geral que devem ser observadas:

    A melhor época para o plantio ocorre após o repouso vegetativo, quando surgem novos brotos e raízes. Algumas espécies de Oncidium e Laelias morrem sempre quando plantadas em outras épocas.

    Usar de preferência vasos novos, e quando aproveitar os vasos antigos e usados lave-os com cuidado com água clorada e os deixe alguns dias ao sol, como medida auxiliar de esterilização. Vasos novos e cacos de cerâmica devem ficar um dia imersos em água para se encharcarem.

    A fibra de xaxim deve ser lavada para retirar o pó e estar apenas úmida no momento do plantio; outros substratos também devem estar umedecidos.

    Na divisão de plantas, deixar as mudas com 3 ou 4 pseudo-bulbos com folhas sadias, para que floresçam no ano seguinte; após o plantio a muda deve ficar bem firme no substrato para enraizar bem e rapidamente.

    A maneira mais freqüente de se plantar uma orquídea é a usada quando temos mudas retiradas de plantas adultas de crescimento simpodial (as que crescem seguindo um eixo horizontal, na superfície do vaso) como fazem a maioria das espécies epífitas, como Cattleya e Laelia. Para estas mudas preferira os vasos de cerâmica de altura pequena ou as caixinhas de sarrafo de madeira. Retirada a muda cortar as raízes da traseira da mesma, principalmente as danificadas ou secas e aparar as raízes da frente, quando muito longas, deixando-as com 12 cm no máximo. Colocam-se no vaso, já encharcado, cacos de cerâmica limpos e encharcados ou seixos de argila expandida, até 1/3 da altura do vaso. Arruma-se então uma camada de fibra úmida de xaxim e sobre esta, a muda é assentada, com a parte de traz encostada na borda do vaso e com o broto novo, seguindo a linha do diâmetro do vaso. Com uma vareta de bambu verde (por ser mais flexível) e usando os furos laterais do vaso, prender firmemente a muda sobre o substrato, a vareta apoiada no rizoma.

    Arrumam-se as raízes e completa-se o enchimento do vaso, até faltar um 1 cm da borda. Os rizomas não deverão ficar enterrados, nem cobertos as gemas e brotos novos. Em seguida molha-se bem a planta que deve ser colocada em local sombreado.

    As espécies que têm crescimento monopodial (que tem um caule de crescimento vertical contínuo), como as Vandas, são plantadas de modo diverso. Preferira os vasos cilíndricos ou cônicos de cerâmica ou plástico, com 20 ou mais cm de altura e um furo no fundo. Colocar até a altura de 1/3 do vaso cacos de cerâmica, pedaços de carvão, casca de árvore, misturados e sobre estes arrumar o substrato até faltar 5 ou 6 cm da borda do vaso. No centro deste enterra-se uma vareta de bambu ou madeira, e nela encosta-se e amarra-se a muda; a vareta deve ficar bem firme. As raízes são distribuídas e arrumadas na superfície do substrato, completando-se então o enchimento do vaso, até faltar um ou dois cm da borda. No caso especifico de Vandas pode ser replantada sem nenhum substrato, porém, dessa maneira deve-se regar a planta diariamente e até mais de uma vez.

    Espécies terrestres, como as dos gêneros Phaius e Cimbydium, são plantadas da mesma maneira, sendo o substrato composto de húmus, terra e areia grossa, misturadas em partes iguais.

    Mudas muito novas, de sementeira ou meristema, com 2 ou 3 polegadas de altura são plantadas em vasos pequenos, de plástico, cheios de fibra de xaxim ou fibra de coco picada misturada com sphagnum, colocadas no centro do vaso. (mais detalhes abaixo).

    A maneira mais fácil de plantio é a que usa placas ou palitos de xaxim, indicada para Miltonias, Oncidiuns, Brassias e gêneros semelhantes. As mudas são colocadas na parte mais baixa da placa, o que permite alguns anos de crescimento e presas firmemente na placa ou palito já úmidos, com um grampo de arame ou amarradas com um fio qualquer. Junto às raízes novas arrumam-se pequenas porções de sphagnum, que protegerá as raízes de ressecamento, até que elas se desenvolvam. O mesmo processo é usado quando as mudas são plantadas sobre pedaços de troncos de árvores rugosas, nos quais as mudas são amarradas firmemente com barbantes.

    Terminado o plantio, qualquer que seja o processo utilizado, as mudas deverão ser regadas e colocadas em local abrigado de ventos e sol forte. Regue-as depois levemente apenas para manter o substrato um pouco úmido, pulverizando de preferência, até que se perceba que o pequeno broto retomou o seu crescimento ou que surjam raízes novas, quando serão colocadas junto às outras plantas do orquidário.

    Pode ser, mas também pode ser causado por morte das raízes, sintoma característico de rega em excesso.
    O ideal seria utilizarmos esse tipo de adubo de acordo com cada fase da planta, ou seja, se uma planta está começando a emitir novos pseudobulbos, nessa fase ela está precisando de mais nitrogênio, por isso deve-se utilizar um pouco mais de Torta de Mamona. Quando a planta já está com o pseudobulbo formado ela começa a entrar no período pré-floração, por isso necessita mais de uma adubação rica em fósforo, por isso devemos aplicar um pouco mais de Farinha de Osso. Há cultivadores que preferem aplicar esse tipo de adubo separadamente, um para cada fase, no entanto, como regra geral, pode-se utilizar três partes de Torta de Mamona, uma de Farinha de Osso e 30% dessa mistura de Carvão. Deve-se ressaltar que há inconvenientes nesse tipo de adubação, sendo a principal a rápida deterioração do substrato.
    Não há inconveniência em estar adubando a planta também nessa fase, pelo contrario, uma planta bem nutrida dará uma melhor durabilidade nas flores.
    Só não devemos adubar as plantas no período pós floração, pois nessa fase elas entram em estado de repouso, mas isso depende muito da planta e independe da estação do ano, ou seja, no inverno há plantas que estão em pleno desenvolvimento vegetativo, plantas inclusive que irão florescer em julho, agosto e setembro. Podemos citar como exemplo a Cattleya intermedia que tem em setembro o seu pico de floração, ou seja, é exatamente nos meses de pleno inverno que ela mais precisa de uma adubação rica em fósforo. Em resumo, pode adubar em qualquer época do ano, desde que respeitando o tempo de repouso de cada planta.
    Ela poderá ser feita tanto com pulverizações semanais ou até mesmo diárias, devendo sempre seguir as recomendações do fabricante do adubo. Porém, se optar por adubações diárias ou até duas vezes por semana, é preciso diluir o adubo de acordo com a necessidade, ou seja, se for aplicar duas vezes por semana e o adubo a ser utilizado é de uso semanal, basta dividir por dois a dose indicada no rótulo
    O melhor período é na parte da manhã, de preferência bem cedo, Molhe as folhas deixando escorrer o adubo pelas raízes da planta.

    Há pessoas que preferem adubar no período da tarde, porém, não é aconselhável que uma orquídea fique com seu substrato encharcado durante a noite, isso pode propiciar o aparecimento de doenças, principalmente fungos
    A orquídea tem crescimento lento se comparado com outras plantas como o crisântemo, a violeta, dentre outras. Então o melhor é fazer adubações quase que diárias com dosagens bem homeopáticas, porque a planta "se alimenta" todo dia, mas em quantidades pequenas
    As orquídeas só não devem ser adubadas no período pós-floração, quando elas entram em estado de repouso. Porém, há algumas orquídeas que já depois da floração emitem novos pseudobulbos, para essas orquídeas não precisa interromper a adubação, somente dê a elas uma adubação mais rica em nitrogênio.

    Se preferir usar a adubação orgânica, misture três partes de Torta de Mamona, uma de Farinha de Osso e uma de Carvão. Coloque essa mistura no vaso de 3 em 3 meses.